Young, Wild and Exactly me .
"Já tenho idade tenho marcas no corpo, crateras no peito, mas sem desconforto. E isso é pouco se penso nos outros. E isso é tanto se penso nos anos que tenho."
terça-feira, 30 de abril de 2013
that´s it.
os dias nem sempre passam sorrateiros, ás vezes há um ou outro que se prolonga um pouco mais, ou na verdade trás um ou outro sabor que o faz durar mais tempo, ou lembrarmos-nos dele durante mais tempo, aconteceu-me isso há relativamente pouco tempo, quando num local habitual, num ambiente que já me é bastante familiar, avistei aquilo que agora não é mais que uma sombra, que apenas com um olhar distante se transformou em cinzas, em pedaços esvoaçantes de cinza das quais ninguém precisa, alguém que simplesmente já não o é, pelo menos para im, nem num lugar que me é familiar, é dispensável. é assim, o tempo leva tudo para o lugar certo e é assim que está correcto, porque há pessoas que simplesmente não valem apena. mas pena é apenas o que resta sentir por elas.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
.
são muitos os sentimentos que me passam pela alma,
muita coisa que carrego, que me assusta, que me ampara,
muita coisa que me sai pelos dedos, em palavras,
me acalma.
como se a escrita, tão banal que é, se torna num remédio
num prazer sucumbido,
que me tira dos dias, do tédio.
me faz falta, me embala, se torna música no meu ouvido
e a escrever eu não faço por parecer,
eu sou. como se respira-se pela mão
e as frases fossem o meu coração
palavras o sangue, que me permitem viver.
a alma essa está na folha em branco,
que me intimida, mas me causa desejo
de preencher de histórias de riso ou de pranto.
não sei se o faço bem, se o que escrevo vale apena ser escrito,
mas para mim não tem haver com valor,
tem haver com ser eu, escrever é respirar, é viver, é amor.
escreverei sempre como conforto da alma.
escreverei sempre como alimento do meu ser,
escreverei sempre porque é o que sou.
não me preocupo se o faço bem ou falho
escreverei sempre, porque a vida é uma folha de papel.
e eu só ainda estou no cabeçalho.
muita coisa que carrego, que me assusta, que me ampara,
muita coisa que me sai pelos dedos, em palavras,
me acalma.
como se a escrita, tão banal que é, se torna num remédio
num prazer sucumbido,
que me tira dos dias, do tédio.
me faz falta, me embala, se torna música no meu ouvido
e a escrever eu não faço por parecer,
eu sou. como se respira-se pela mão
e as frases fossem o meu coração
palavras o sangue, que me permitem viver.
a alma essa está na folha em branco,
que me intimida, mas me causa desejo
de preencher de histórias de riso ou de pranto.
não sei se o faço bem, se o que escrevo vale apena ser escrito,
mas para mim não tem haver com valor,
tem haver com ser eu, escrever é respirar, é viver, é amor.
escreverei sempre como conforto da alma.
escreverei sempre como alimento do meu ser,
escreverei sempre porque é o que sou.
não me preocupo se o faço bem ou falho
escreverei sempre, porque a vida é uma folha de papel.
e eu só ainda estou no cabeçalho.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
chill out.
a sério, isto recomenda-se mesmo. não sei se é verdade que alinha os hemisférios do cérebro, mas que relaxa lá isso relaxa mesmo.
Boa Noite.
great movie.
"De repente te das cuenta de que todo ha terminado de verdad, ya no hay vuelta atrás, lo sientes y justo entonces intentas recordar en que momento comenzó todo y descubres que todo empezó antes de lo que pensabas, mucho antes, y es ahí, justo en ese momento, cuando te das cuenta de que las cosas solo ocurren una vez, y por mucho que te esfuerces ya nunca volverás a sentir lo mismo ya nunca tendrás la sensacíon de estar a tres metros sobre el cielo."
recomenda-se.
O meu amor por ti está bem e recomenda-se.
O meu amor por ti já foi uma sementinha, mas daquelas sementes sortudas que são bem cuidadas, que crescem, que levam adubos bons e fortalecedores, como as farinhas lácteas dos bebés. O meu amor por ti sempre foi saudável, vacinas em dia, check up completo e análises pontuais, não acusa nada, nem está em perigo de nada. O meu amor por ti pratica exercício fisico e nada o derruba nem uma gripe. Nada o arrefece, e é tão forte que nem um acidente fatal o levava desta para melhor, é resistente, elástico, no ponto, esbanja saúde. Já podia ter arrefecido e não arrefeceu, já podia ter tido um desmaio entrado em coma, ser levado pelo inem, ficar nos cuidados intensivos, ficar paraplégico mas nada, continuou imperativo, saudável, único. O meu amor por ti não morre assim por uma coisinha de nada. Ele vai para onde eu for, o meu amor por ti é ousado e acompanha-me sempre, está sempre ligado, não se avaria e não é recarregável e não precisa de farinhas lácteas ele cresce todos os dias.
domingo, 21 de abril de 2013
carta postal,
Por terras Lusas,
zen garden-Bombarral.
Zen Garden.
Zen Garden.
Starbucks,Rossio Lisboa.
Terreiro do Paço, Lisboa.
S.Pedro de Moel.
S.Pedro de Moel
S.Pedro de Moel.
Farol de S.Pedro de Moel, Praia da Saudade.
Farol de S.Pedro.
S.Pedro, praia da Saudade.
Praia Velha, S.Pedro de Moel
Praia Velha, S.Pedro de Moel.
Praia Velha, S.Pedro de Moel.
Vista de S.Pedro de Moel.
E por fim a Linda Leiria, Praça Rodrigues Lobo.
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